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O momento é de buscar lucros para a população brasileira

A FIFA, em meio à crise política na qual o Brasil está enraizado, afirmou que a instituição não é lucrativa e que está realizando muitas coisas boas para o Brasil. Depois, Jérôme Valcke, secretário-geral da entidade, disse que eles estavam lucrando, sim, com a Copa, pois são uma empresa, mas os lucros são direcionados para bancar os outros eventos da FIFA pelo mundo (confira melhor a notícia aqui).

A verdade é que tanto a FIFA quanto o governo federal obtiveram lucros altíssimos com esses eventos no Brasil (lembram da Copa mais cara ser a nossa?). Ambas as entidades procuram, contudo, recuperar suas imagens anteriores às das manifestações e cultivar o slogan de que o Brasil é o país do futebol. A população, porém, não irá aceitar tais falácias para ocultar os superfaturamentos nas construções dos estádios.

Tanto a FIFA quanto o governo brasileiro devem buscar atrair lucros para a população agora. A Copa do Mundo deverá acontecer no Brasil, caso contrário, os bilhões gastos nas obras e o valor da multa a ser paga pelo país será um dos maiores prejuízos da história dos brasileiros. A instauração de uma CPI para fiscalizar os gastos exorbitantes deve ser feita, mas os eventos devem continuar.

Uma das iniciativas tomadas para procurar aproveitar tais programas turísticos e fomentar o lucro dos pequenos e médios empresários brasileiros foi realizada pelo Sebrae, ao tentar promover a maior visualização de estabelecimentos gastronômicos e produtos brasileiros nesse período (entenda melhor sobre isso aqui). Muitos empresários apostam na exportação de seus produtos devido à visibilidade que a Copa das Confederações e do Mundo permitem. No Brasil, serão recebidos compradores internacionais de seis setores: tecnologia e saúde; casa e construção; agronegócio; moda; máquinas e equipamentos; economia criativa e serviços (veja mais sobre isso aqui).

Além disso, já que estas obras têm que ser concluídas, busquemos favorecer o setor de construção civil brasileiro. Diversos dos materiais usados para reformar o Maracanã, por exemplo, vieram do noroeste do estado do Rio de Janeiro. Segundo arquitetos, o Brasil possui a tecnologia necessária para a construção dos estádios sustentáveis, portanto, não precisa importar produtos de outros países, ao contrário, tem a capacidade de exportá-los.

O momento agora é de buscar soluções que beneficiem a população brasileira, além de pressionar os políticos para punir aqueles que se aproveitaram indevidamente das oportunidades geradas pelos grandes eventos esportivos que chegaram ao Brasil. Se você tiver alguma ideia ou crítica, mande para nós, pois iremos procurar encaminhá-las para as pessoas certas. Ajude a mudar o Brasil!

Por Laís Napoli

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