Copa das Confederações / Política

Nem tudo é só festa

Antes da abertura da Copa das Confederações, manifestantes protestaram em frente ao estádio Mané Garrincha, em Brasília, por causa dos R$1,2 bilhão investidos na construção da Arena. Cinco horas antes de a bola rolar na abertura do campeonato, alguns acessos ao estádio já estavam bloqueados.

Manifestantes gritavam: “Copa do Mundo, eu abro mão. Quero dinheiro pra saúde e educação”. A polícia montada reforçou o policiamento na área e houve confronto. Bombas de efeito moral foram jogadas no meio da multidão para dispersão. Os manifestantes xingaram Neymar e tulmultuaram as filas de entrada do estádio.

Dentro do Mané Garrincha, na festa de abertura, a presidente Dilma Rousseff foi vaiada duas vezes. Uma ao ser anunciada pelo autofalante do estádio e outra por ter sido referida pelo presidente da FIFA, Joseph Blatter. Isso chateou Blatter que disse à torcida: “Amigos do futebol brasileiro, onde está o respeito e o fair-play, por favor?”. Dilma Rousseff apenas declarou que os jogos estavam abertos e ignorou os protestos dos torcedores.

Que fase!

Por Klaus Wolff

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